A escola Educate Together ("Educar Juntos") de ensino primário da Irlanda acrescentou aulas de ateísmo, agnosticismo e humanismo no curso de introdução básica à ética e aos sistemas de crenças. As aulas abrangem 16.000 alunos.
Do ponto de vista educacional, a medida é necessária porque o ensino das crenças deve (ou deveria) exigir a sua contrapartida, a descrença.
Na Irlanda, contudo, a iniciativa chamou a atenção porque lá a Igreja Católica, sob a concessão do governo, administra e orienta 93% das 3.200 escolas do ensino fundamental, desde a fundação da república irlandesa, na década de 1920.
Michael Nugent, da organização Irlanda Ateia, disse que há uma grave distorção no ensino de crenças, porque a prioridade é a doutrinação, ou seja, incutir a fé cristã nos alunos, mais do que ensinar a história das religiões.
A Irlanda já foi um dos países mais católicos do mundo. Nos últimos anos, entretanto, no embalo dos escândalos dos padres pedófilos, houve uma fuja em massa de adeptos da Igreja Católica.
Uma pesquisa apurou que no período de 2005 e 2012 o percentual de irlandeses que se declaravam “religiosos” caiu de 69% para 47% da população, o que dá a significativa queda de 22%. Um a cada dez irlandeses se declara “ateu convicto”.
Com o drástico declínio do catolicismo (e de outras crenças), o controle do ensino fundamental pela Igreja Católica se tornou incômodo.
Ruairi Quinn, ministro da Educação, disse que vai passar o controle do ensino fundamental para os governos dos Estados, mas até agora ele não conseguiu cumprir a promessa.
Para os pais que querem que seus filhos tenham noções de ateísmo, a Irlanda Ateia elaborou um curso que pode ser acessado na internet ou baixado em aplicativo em smartphones.
Com informação do The Guardian
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Ateu americano celebra culto em igreja secular
Jerry DeWitt (foto) celebrará no domingo (23) o primeiro culto da igreja secular de Louisina (EUA).Como pastor pentecostal ele pregou a Bíblia por 25 anos e há cerca de dois anos se declarou ateu. Foi criticado por ex-fiéis e amigos e abandonado pela sua mulher e até hoje tem recebido pela internet mensagens de ódio.
Em contrapartida, DeWitt tem se destacado dentro do movimento ateísta norte-americano. É autor de um livro onde conta como perdeu a crença em Deus e fortaleceu sua fé na humanidade.
No culto de domingo, DeWitt vai incentivar as pessoas a “terem prazer pela vida”, convidando-as a “simplesmente ser”.
O seu objetivo é construir uma comunidade que, a partir de valores seculares, proporcione às pessoas “confiança, esperança, amor e tolerância”.
"Vamos levar a emoção aos corações dos livres-pensadores, sem expô-los à pregação do sobrenatural”, disse. “Nós podemos fornecer toda a alegria à multidão secular.”
Ateus que não aceitam a ideia de uma igreja secular estão criticando a iniciativa do ex-pastor.
Debbie Henderson, por exemplo, escreveu no Face que, por não ser supersticioso, não precisa de nenhum tipo de afirmação de grupo. Por isso, para ele DeWitt é um falso ateu.
CRÉDITOS - PAULOPES
Ex-freira Elizabeth, 73, conta como virou militante ateísta
“Quando saí, era como se eu estivesse renascido”, contou. "Eu estava usando de novo os meus sentidos, querendo tocar em tudo e sentir o cheiro de tudo. Senti o vento soprando em meu cabelo pela primeira vez depois de um longo tempo." Ela ficou 13 anos em um convento franciscano de Nova Jersey.
Hoje, aos 73 anos, Elizabeth é militante ateísta. É filiada a uma fundação que denuncia as violações da separação entre o Estado e Igreja. Ela tem lutado contra a intenção de organizações religiosas de serem beneficiadas com dinheiro público. Também participa do grupo Treasure Coast, de humanistas seculares.
Em sua casa ela tem uma foto em preto e branco tirada há 50 anos onde aparece com o hábito de freira. Guarda essa foto como marco de uma época em que suas dúvidas se acentuaram, questionando a sua fé. "Foi o começo do que sou hoje."
Elizabeth nasceu em um lar católico. Ia à missa aos domingos, se confessava a cada duas semanas e às sextas-feiras sua família se abstinha de carne. “Uma vez, comi carne por engano em uma sexta-feira”, disse. "Então corri sem parar até a igreja para me confessar. Eu não queria ir para o inferno."
Um dia uma irmã entregou em sua classe uma história em quadrinhos sobre como se tornar “noiva de Cristo”. “Eu pensei ser o tipo de vida que gostaria de ter", disse. "As meninas da classe viviam chorando por causa dos meninos que não gostavam dela, e eu decidi que não ia desperdiçar minha vida daquele jeito. Eu preferia fazer algo mais significativo.”
Ela entrou no convento quando se formou no ensino médio. "Ela pensou que foi chamada por Deus", disse o pediatra James Oleske, irmão de Elizabeth. “Minha mãe e meu pai ficaram muito chateados, mas concordaram porque acreditavam que ela estava em busca de sua felicidade”, afirmou. "Mas eu sabia que ela não pertencia ao convento."
Não demorou para que Elizabeth começasse se frustrar, porque, como já achava o seu irmão, ela percebeu que a vida em um convento conservador não fazia sentido.
Ela se lembrou, por exemplo, de um episódio no convento nos anos 60 que se deu com a implantação dos ensinamentos do Concílio Vaticano II.
"Havia um grande problema sobre as mudanças que tinham de ser feitas em nossos hábitos”, disse. "Nós passamos horas discutindo se o hábito devia ser na altura do joelho ou abaixo. Eu me levantei e disse: ‘Por que estamos falando de joelhos? Não deveríamos nos concentrar em fazer o bem para a comunidade, ou algo assim?'"
A madre superiora não gostou da rebeldia de Elizabeth e, como castigo, deixou-a por uns tempos sem o anel de casamento com Deus.
Toda sexta-feira Elizabeth, a exemplo das demais irmãs, tinha de cumprir o rito da mortificação corporal, chicoteando as costas com uma corrente. "Eu não conseguia acreditar que havia um Deus que queria aquilo para nós."
Quando Elizabeth falou no convento sobre suas dúvidas e incertezas, foi encaminhada a um psiquiatra e a um retiro espiritual. Então ela concluiu que tinha chegado o momento de deixar o hábito. E chamou Oleske para tirá-la do convento.
Oleske disse que a readaptação da irmã à vida secular não ocorreu de imediato naqueles anos 70. Ela continuava a não usar maquiagem e com frequência esquecia sua bolsa nos locais em que passava, porque, como freira, não a usava. Andava curva, com as mãos cruzadas, como na época em que esteve no convento. “Ela interagia com as pessoas como se fosse freira”, contou o irmão. "Ela era uma mulher adulta, mas agia como uma adolescente precoce, com poucas experiências de vida."
Na tentativa de se reencontrar, Elizabeth pesquisou o judaísmo e o budismo, mas não se sentiu atraída por nenhuma das duas crenças. "Não demorou muito para perceber que eu estava falando para mim mesmo”, disse. “Então decidi que não queria nada com religião.”
Em 1976, ela foi contratada como assistente de serviço social (profissão na qual se formara após sair do convento) em Miami, onde conheceu James Murad, com quem se casou. “Nós nos apaixonamos.” O casamento durou 29 anos e só se acabou com a morte de James, aos 70 anos.
James era ateu e humanista, e Elizabeth aderiu o estilo de vida do marido, tornando-se a militante que é até hoje.
O marido foi importante na transformação de Elizabeth em uma humanista secular, mas ela lembrou que uma conversa que teve com sua mãe talvez tenha sido mais.
"Eu tinha 10 anos e estava sentada na minha cama. Minha mãe, que penteava meu cabelo, do nada me disse: 'Você sabe, eu realmente admiro as pessoas ateias. Elas podem ser amáveis apenas por uma questão de serem boas. Sua bondade não tem nada a ver com ir para o céu’".
"Isso, o que ela me disse, ficou comigo toda a minha vida."
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Sarney afirma ter 'pena de quem que não acredita em Deus'
Ao criticar o pedido do MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo à Justiça para que determine a supressão da frase “Deus seja louvado” das cédulas do real, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), na foto, afirmou ter “pena do homem que na face da Terra não acredita em Deus".Para ele, “é falta do que fazer” querer retirar a expressão das cédulas, porque “precisamos cada vez mais ter a consciência da nossa gratidão a Deus por tudo o que fez por todos nós humanos e criação do universo”.
Por isso, no entendimento do senador, “não podemos jamais perder o dado espiritual”.
Foi Sarney quem, em 1986, como presidente da República, mandou colocar a frase nas cédulas.
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Anúncio 'ateu' da Nike diz que 'grandeza não vem de cima'
O vídeo [ver abaixo] mostra Neymar e Anderson Silva (foto), entre outros, para dizer que “a grandeza vem do nosso esforço”, e não de “uma força mágica ao nosso redor”.
O anúncio de 1 minuto usa o vocabulário religioso “escolhido” [por Deus] duas vezes com conotação negativa. “Pensar que grandeza é só para os escolhidos é o que te paralisa”, diz uma delas. É um anúncio “ateu”.
"Grandeza vem do nosso esforço"
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Intel deixa de ajudar escoteiros que discriminam gays e ateus
Um grupo inglês de escoteiros rejeitou a filiação de George Pratt, 11, porque ele, ateu, disse que, no juramento de lealdade, não podia declarar obediência a Deus. Trata-se de um juramento padrão, seguido por escoteiros de todo o mundo.Nos Estados Unidos, a partir de agora, os grupos de escoteiros que discriminam ateus e gays deixarão de receber ajuda financeira do programa de voluntariado da Intel.
A fabricante de chips informou aos grupos de escoteiros, entre outras entidades, que adotou uma nova política de não conceder ajuda a quem promove de discriminação.
Chuck Mulloy, porta-voz da Intel, disse que as instituições, para receber subsídios, terão de assinar um documento declarando estar de acordo com as políticas de não discriminação da empresa.
A decisão afeta principalmente os escoteiros de Oregon, onde a Intel tem uma fábrica. Somente em 2010, as doações foram de US$ 180.000 (R$ 360.000).
Matt Devore, chefe de um grupo de escoteiros de Oregon, reconheceu que a suspensão da ajuda “vai doer”, porque “não recebemos muitos presentes dessa monta”. Ele disse que os mais prejudicados serão as crianças que não podem arcar com seus gastos no grupo.
A Boy Scourts of America, entidade nacional dos escoteiros, emitiu nota lamentando o fim da parceria com a Intel, mas acrescentou que vai manter os seus critérios para admissão de novos escoteiros. Em outras palavras, vai continuar orientando os grupos a não aceitarem gays e ateus.
A medida da Intel vale também para quem discrimina casais do mesmo sexo. A empresa segue, assim, exemplo de outras grandes corporações, como Google, Apple, Microsoft e Amazon.
No Brasil, depois de uma campanha na internet de representantes do movimento gay, a Avon retirou de seu catálogo os livros da editora do Silas Malafaia, pastor que tem se destacado pela sua campanha contra os direitos de igualdade dos homossexuais. Pelo menos um dos livros contém trechos que podem ser considerados como homofóbicos.
Em outros países, a Avon já evitava se envolver com entidades e personalidades preconceituosas.
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Sam Harris é o ateu mais temido por religiosos dos EUA, diz site
O neurocientista e filósofo Sam Harris (foto), 45, é o ateu mais temido pelos líderes religiosos dos Estados Unidos por sua habilidade na contestação das crenças com o uso de argumentos extraídos da ciência. É o que diz o site judeu Tablet como introito de uma longa entrevista com Harris. Filho de mãe judia e de pai Quaker, Harris é, na atualidade, um dos Cavaleiros do Ateísmo, ao lado do britânico Richard Dawkins e do americano Daniel Dennet.
Nos Estados Unidos, o mais temido ateu era o afiado Christopher Hitchens, jornalista e escritor que morreu aos 62 anos em dezembro de 2011 vítima de um câncer. Pelo que Tablet diz, o título de enfant terrible dos ateísmo nos EUA é agora de Harris.
De acordo com o site, Harris tem pouca paciência com líderes religiosos cristãos, como Rick Warren (tido como o pastor de maior prestígio nos Estados Unidos), e com fundamentalistas islâmicos, além dos esquerdistas seculares que têm simpatia pelo Hamas e seus congêneres.
Tablet destacou que os questionamentos de Harris aos religiosos em debates públicos são tão enfáticos, que ele tem sido com frequência alvo de ameaças de morte por parte de fiéis.
O neurocientista se especializou em polêmica, disse o site. “Ele é engraçado, lógico, destemido e às vezes impulsivo”, afirmou, acrescentando que também possui a “qualidade rara” de admitir estar errado, se alguém demonstrar haver falha no seu argumento.
Harris é o autor, entre outros, do livro “A morte da Fé” (R$ 55, Companhia das Letras), onde defende a substituição das religiões organizadas pelo autoconhecimento. Para ele, essa é a única saída que se vislumbra nesse início do milênio para a humanidade, é a único caminho possível para a felicidade.
Ele é defensor da polêmica ideia de que a ciência pode deixar de ser neutra e se tornar fonte de padrões de moralidade, substituindo a religião na função de estabelecer o que é bom ou mau. A vantagem da “ciência da moralidade”, segundo ele, é que ela não ignora os sofrimentos humanos, diferentemente do que ocorre com as religiões, que chegam inclusive a incentivá-los.
Tablet lembrou que Harris começou a estudar as religiões aos 13 anos de idade, quando o seu melhor amigo morreu em um acidente de bicicleta, e ele se perguntou o que vem após a morte. Leu sobre as crenças religiosas, inclusive as orientais — viajou para Índia e Nepal, onde estudou meditação com mestres budistas. A conclusão de Harris é que não existe absolutamente nada após a morte.
Para ele, a ideia da existência de um ser onisciente que exige obediência de seus seguidores em troca de promessa de vida após a morte é uma grande besteira com consequências danosas, porque tem patrocinado guerras e ignorância, entre outros males.
David Samuels, colaborador de Tablet, perguntou a Harris por que ele, como neurocientista e ateu, ocupa tanto o seu tempo com as religiões.
Harris citou um exemplo para responder que hoje em dia essa é uma questão que interessa a todos. “Se você tiver um motorista que acredita no poder da oração, a ponto disso afetá-lo em suas decisões, ele poderá de vez em quando tirar as mãos do volante por acreditar que Jesus está no controle de tudo", disse. "Essa pessoa é perigosa, [...] e nós precisamos falar sobre isso.”
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Ateísmo é um patamar superior ou somente o primeiro degrau?
por Octavio Milliet a propósito de
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Dawkins escreverá sobre sua evolução intelectual para o ateísmo
Embora eu entenda os motivos que levaram Dawkins a concluir isso [ateísmo é evolução intelectual], e até concorde de certa forma, temo que ele possa acabar cometendo um equívoco.
Os estudos causam um desenvolvimento intelectual, disso não há dúvida. Mas é de fato o ateísmo o degrau de cima? Ou será o ateísmo simplesmente o primeiro degrau da escada? É isso que eu acho, a religião nem começou a subir uma escada, a escada do conhecimento, pois ela desce cada vez mais numa rampa descontrolada.
Para entender o universo é necessário o pensamento ateu — o de que o universo é como ele é, suas leis são perenes, e não existe um criador, pois apenas com a visão reta da realidade é possível progredir de fato em sua ciência (noção) real.
Claro que muitos religiosos foram responsáveis por diversos descobrimentos das áreas da ciência, porém mesmo eles, quando perguntados acerca dessas descobertas num âmbito maior, dariam as respostas erradas.
O pensamento ateu, ou melhor, o pensamento racional, que não fantasia ou imagina, ele raciocina, é extremamente necessário para que possamos começar a progredir nossa espécie, nossa sociedade, nossa cultura, mas é necessária a re-estruturação também dos valores humanos, que foram desenvolvidos por vias duvidosas, mas ainda assim funcionais, pelos religiosos. Afinal, somos humanos, os religiosos são humanos, e, como tais, desenvolveram valores humanos, dos quais não podemos esquecer ou ignorar.
É necessária a estruturação da compaixão humana, é necessária a queda de uma força niilista e terrível que domina a mente de muitos ateus, ao pensarem "Ah, então não existe um todo, existe apenas o 'eu', neste caso, agirei por mim e nada mais.".
É complicado, mas é possível perceber o que nos une. O que nos une é a potência do grupo, que o indivíduo nunca terá. É a marca de cada um dentro de um todo, que ficará na história da humanidade.
Se Dawkins desconsiderar esses fatores, seu livro será nada mais que um fundamentalismo barato, com bases fortes científicas, mas, ainda assim, um fundamentalismo barato ateísta.
Embora eu entenda os motivos que levaram Dawkins a concluir isso [ateísmo é evolução intelectual], e até concorde de certa forma, temo que ele possa acabar cometendo um equívoco.
Os estudos causam um desenvolvimento intelectual, disso não há dúvida. Mas é de fato o ateísmo o degrau de cima? Ou será o ateísmo simplesmente o primeiro degrau da escada? É isso que eu acho, a religião nem começou a subir uma escada, a escada do conhecimento, pois ela desce cada vez mais numa rampa descontrolada.
Para entender o universo é necessário o pensamento ateu — o de que o universo é como ele é, suas leis são perenes, e não existe um criador, pois apenas com a visão reta da realidade é possível progredir de fato em sua ciência (noção) real.
Claro que muitos religiosos foram responsáveis por diversos descobrimentos das áreas da ciência, porém mesmo eles, quando perguntados acerca dessas descobertas num âmbito maior, dariam as respostas erradas.
O pensamento ateu, ou melhor, o pensamento racional, que não fantasia ou imagina, ele raciocina, é extremamente necessário para que possamos começar a progredir nossa espécie, nossa sociedade, nossa cultura, mas é necessária a re-estruturação também dos valores humanos, que foram desenvolvidos por vias duvidosas, mas ainda assim funcionais, pelos religiosos. Afinal, somos humanos, os religiosos são humanos, e, como tais, desenvolveram valores humanos, dos quais não podemos esquecer ou ignorar.
É necessária a estruturação da compaixão humana, é necessária a queda de uma força niilista e terrível que domina a mente de muitos ateus, ao pensarem "Ah, então não existe um todo, existe apenas o 'eu', neste caso, agirei por mim e nada mais.".
É complicado, mas é possível perceber o que nos une. O que nos une é a potência do grupo, que o indivíduo nunca terá. É a marca de cada um dentro de um todo, que ficará na história da humanidade.
Se Dawkins desconsiderar esses fatores, seu livro será nada mais que um fundamentalismo barato, com bases fortes científicas, mas, ainda assim, um fundamentalismo barato ateísta.
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Pastor dá recado aos ateus dos EUA: 'Este país é cristão; saiam!'
No domingo (3), durante um culto, o pastor John Hagee (foto), 72, líder de uma megaigreja com sede em San Antonio, Texas, mandou um recado aos ateus dos Estados Unidos: “Este país não foi construído para os ateus, nem por ateus. Foi construído pelo povo cristão que acredita na palavra de Deus. Se vocês se sentem ofendidos com a nossa crença em Deus, existem aviões que saem de hora em hora para qualquer lugar do planeta Terra. Nós não queremos vocês e não vamos sentir a sua falta. Eu garanto.” Os fiéis aplaudiram. O vídeo da pregação do pastor repercutiu em blogs e sites ateístas, acompanhado com o comentário de que se trata de mais uma demonstração do “amor cristão”. Ironia à parte, o esprit de corps funcionou: nenhum pastor sensato se dignou a criticar publicamente a intolerância do colega.
A ira de Hagee veio à tona provavelmente porque o movimento ateísta vem obtendo cada vez mais visibilidade nos Estados Unidos, com a realização de encontros e promoção de outdoors.
Há ainda o momento eleitoral. Depois que o presidente Barack Obama, candidato à reeleição, afirmou que é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, pastores não têm perdido oportunidade para criticá-lo.
Hagee, na pregação daquele dia, lamentou que Obama tivesse declarado a jornalistas estrangeiros que os Estados Unidos não são uma nação cristã. “Ele está absolutamente errado”, disse. “Fomos, somos e seremos sempre um povo que lê a Bíblia, um povo cristão.”
Na disseminação do ódio, Hagee é, por assim dizer, democrático. Já atacou judeus, islâmicos e católicos. Sua igreja tem 160 emissoras de TV e 50 de rádio. Seus programas são transmitidos em países na África e Europa, além dos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. A mensagem de “amor” do pastor chega a cerca de 100 milhões de casas.
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Britânicos acreditam mais em extraterrestre do que em Deus
Há na Grã-Bretanha mais pessoas que acreditam em ETs do que em Deus. É o que revela pesquisa feita pela Opinion Matters com 1.359 adultos.Dos entrevistados, 52% acreditam que o governo, por motivo de segurança, esteja acobertando indícios sobre a existência de extraterrestres. Os que não acreditam em Deus representam 44% do total.
A pesquisa apurou também que uma a cada 10 pessoas afirmou já ter visto um OVNI. Mais homens que mulheres relataram ter visto um objeto voador não identificado. Do total, 20% acreditam que os ETs já desembarcaram na Terra.
Todas as pesquisas relacionadas à religião realizadas recentemente confirmam que a sociedade britânica está se distanciamento cada vez mais da ideia da existência de uma entidade divina, principalmente do deus cristão.
No começo deste ano, um estudo do Escritório Nacional de Estatísticas projetou para 2030 o fim da hegemonia cristã na religiosidade dos britânicos.
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Padre canadense afirma que ateus vão para inferno
Na semana passada, Francisco afirmou que todos que fizerem o bem, independentemente de sua crença ou da ausência dela, serão salvos pela graça divina.
“O Senhor redimiu todos nós, todos nós, com o Sangue de Cristo: todos, não apenas os católicos. Todo mundo!”, disse o papa. “Mesmo os ateus. Todo mundo!”.
“Fomos criados filhos à semelhança de Deus e o sangue de Cristo redimiu todos nós!”
Thomas Rosica emitiu nota sobre o que considera ter sido o equívoco do papa, argumentando que a “salvação”, pela teologia, não vale para aqueles que “se recusam a entrar ou a permanecer” na Igreja Católica.
“Os ateus vão para o inferno”, disse, “até porque não aceitam Jesus Cristo como Senhor e Salvador”.
O Vaticano, por intermédio de seu porta-voz no Canadá, comunicou que Francisco “não tem intenção de provocar um debate teológico sobre a natureza da salvação”.
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Cidade americana terá monumento ao ateísmo
Com cerca de 6 mil habitantes, Starke, na Flórida, no Condado de Bradford, é a primeira cidade dos EUA a ter um monumento ao ateísmo em espaço público.A estrutura de 4 metros de altura que servirá de uma “perna” a um banco será inaugurada defronte do prédio da Justiça e a cinco metros de um monumento aos Dez Mandamentos patrocinado por um grupo de cristãos.
“Gostaríamos que não houvesse monumento para coisa alguma, mas, se eles [cristãos] podem ter um dedicado aos Dez Mandamentos, nós também podemos ter o nosso”, disse Ken Loukinen, diretor regional da Ateus Americanos, que é a associação que projetou a estrutura.
Os ateus queriam a demolição do monumento cristão sob o argumento de que o Estado é laico, mas o que conseguiram foi um acordo judicial para que erigissem a sua própria homenagem aos descrentes.
A Fundação Freethought Stiefel, do grupo liderado pelo milionário ateu Todd Stiefel,assumiu o custo do monumento ateísta de US$ 6.000 (cerca de R$ 12.000).
A estrutura terá citações relacionadas ao secularismo de Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e de outras personalidades e do Tratado de Tripoli (1796), que diz: “O governo dos Estados Unidos não está em nenhum sentido fundado na religião cristã”.
A estrutura ateísta também terá uma citação bíblica, Deuteronômio 13:10, que mostra a violência pregada pelo livro sagrado dos cristãos ("E o apedrejarás, até que morra, pois te procurou apartar do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.")
No entendimento da prefeitura, de acordo com sua defesa na Justiça, o monumento aos Dez Mandamentos não significa que a municipalidade esteja patrocinando uma religião.
Pela lógica desse argumento, ela teve de concordar com a construção da estrutura ateísta, que igualmente não poderá ser evocada como endosso oficial ao ponto de vista dos céticos.
Os ateus americanos têm se empenhado em abolir do espaço público símbolos religiosos, mas, nessa luta, não pretendem pedir a construção de novos monumentos em homenagem ao seu ideário.
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Colégio La Salle é acusado de perseguir os não cristãos
A professora Gabriela Bercht, de filosofia, afirmou que o irmão Jardelino Menegat, presidente da mantenedora do colégio, falou em um discurso que “quem não é cristão não serve para a nossa instituição”.
Bercht pediu demissão do colégio depois que o professor Giovanni Biazzetto (foto), de história, foi demitido por, segundo ele, se negar a fazer proselitismo religioso em suas aulas.
Biazzeto, que era professor no La Salle havia quase cinco anos, disse que a perseguição começou em janeiro, quando o irmão Olir Facchinello assumiu a direção do colégio.
Ele afirmou que, para um professor que não tem crença católica, é coerção ter de escutar o diretor dizer: “Todos vocês têm de falar sobre os dons do Espírito Santo em sala de aula”.
O professor argumentou que, até então, não tinha sofrido nenhuma pressão de cunho religioso da direção do colégio. “Minhas aulas sempre foram estruturadas no debate, na leitura e na escrita.”
A direção do colégio se negou a comentar as acusações de que pratica esse tipo de intolerância. Apenas emitiu nota com a afirmação vaga de que Biazzeto foi demitido por “uma questão ténico-pedagógica”.
Alunos e pais protestaram contra a demissão de Biazetto.
Uma mãe disse ao portal G1 que o novo diretor do colégio ameaçou cancelar as bolsas de estudos (integrais e parciais) de alunos que aderiram ao protesto.
O colégio, por ser confessional, pode ter, como tem, um posicionamento religioso, mas não de modo que possa impor aos alunos uma crença em matérias obrigatórias, como filosofia, história e matemática.
Além disso, de acordo com a LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional), do Ministério da Educação, os estabelecimentos de educação têm de respeitar a diversidade de crença dos estudantes, o que inclui os ateus.
Roseli Fischmann, coordenadora do programa de pós-graduação em educação da Universidade de São Paulo, disse que mesmo as escolas confessionais são obrigadas a ensinar, por exemplo, o evolucionismo de Darwin e outros temas obrigatórios.
“Os professores não podem ser obrigados a ensinar algo que não está correto do ponto de vista pedagógico e da legislação ou que vá ferir a consciência deles enquanto profissionais". disse.
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É preciso ter valentia para dizer que é ateu, afirma Sottomaior
Daniel Sottomaior (foto), 41, presidente da Atea (Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos), disse que existem muitos ateus brasileiros “no armário” porque no país continua havendo forte preconceito contra quem não acredita em Deus.Por isso, “é preciso ter muita valentia aqui para dizer que é ateu”, disse Sottomaior, de acordo com a AFP.
O presidente da Atea afirmou que ele próprio já recebeu ameaças de morte de anônimos, o que é comum com ateus que têm certa visibilidade.
Contou que os ateus são com frequência vítimas da intolerância religiosa, como demissão do emprego e expulsão da família.
“O ateu é associado a um criminoso", disse. "Todas as vezes que se fala de um criminoso, de alguém desumano, de uma mulher que está espancando um cachorrinho até a morte, a expressão que se usa é: 'Não tem Deus no coração'. Aqui, ser ateu é a causa de todos os crimes."
A antropóloga Renata Menezes, que é estudiosa da devoção do povo brasileiro na Universidade do Rio de Janeiro, concorda com Sottomaior.
"Os ateus sofrem muito”, disse ela. “Eles são vistos como gente sem moral, como um animal raro, são estrangeiros dentro do Brasil."
O padre Elias Wolff, assessor da comissão de diálogo interreligioso da Confederação de Bispos do Brasil, disse que a Igreja Católica respeita o direito de as pessoas não professarem fé alguma, mas reconheceu que “infelizmente” existe preconceito contra os ateus.
O censo de 2010 apurou que o Brasil tem 740.000 ateus e agnósticos, o que representa apenas 0,39% da população.
Para Sottomaior, a metodologia do IBGE, nesse caso, está equivocada, porque o número de descrentes deve estar em torno de 2%, considerando que na categoria dos “sem religião” estão agrupados tantos crentes como ateus e agnósticos.
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Ateu pede retirada de Bíblias de hotel por violação ao estado laico
O escritor e ativista ateu Ed Buckner fez uma queixa formal ao às autoridades da Geórgia, nos Estados Unidos, pedindo a retirada de Bíblias dos quartos nas casas de campo e cabanas mantidos pelo governo estadual.
A queixa de Buckner, que é ex-presidente de uma entidade ateísta, se deu porque em seu entender, a presença de Bíblias nesses locais, que são de propriedade do governo, violaria a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que define o país como laico e proíbe o governo de estabelecer uma religião.
Perante a solicitação, o Departamento de Recursos Naturais da Geórgia recolheu as Bíblias dos quartos e recepções das casas de campo e cabanas estaduais, com a intenção de evitar uma batalha judicial, segundo informações da Fox News.
As Bíblias retiradas dos locais mencionados haviam sido distribuídas pelos Gideões Internacionais, grupo cristão com sede em Nashville, TN, e que tradicionalmente oferece Bíblias a hotéis e pousadas do mundo todo como livro de cabeceira.
Entretanto, na última quarta-feira, o governador Nathan Deal, do Partido Republicano, ordenou que o Departamento de Recursos Naturais recolocasse as Bíblias nos locais de onde foram retiradas.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Sob pressão do MP, vereador reconhece laicidade do Estado
No dia 29 de outubro de 2012, o evangélico João Manoel dos Santos (PTB), 70, na foto, presidente da Câmara Municipal de Piracicaba (SP), tomou uma atitude como se o regime de governo do Brasil fosse teocrático. Ele expulsou de uma sessão o servidor público Regis Montero (na foto abaixo), 35, por ter se recusado a ficar de pé durante a leitura de um trecho da Bíblia.Agora, cinco meses depois, sob pressão do MP (Ministério Público) e da repercussão de sua atitude, Santos teve de reconhecer que o Brasil é um Estado laico, o que significa que nenhuma instância de governo pode se envolver com qualquer atividade religiosa.
Na terça-feira (14), Santos admitiu pelo site da Câmara o que já deveria saber em outubro: que nenhum cidadão é obrigado a ficar em pé durante a leitura bíblica.
Santos, que está no sexto mandato, tem contado com os votos dos evangélicos. Seguidor da Igreja Batista, ele também mantém ligação com os metodistas. Foi funcionário da Universidade Metodista de Piracicaba.
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| Montero foi tirado à força da sessão da Câmara |
Na época, ele afirmou que estava agindo de acordo com o regimento interno da Câmara, o qual não faz nenhuma menção como o cidadão deve se comportar diante da leitura bíblica. A rigor, a leitura da Bíblia — uma prática que ocorre em outras casas legislativas — também é inconstitucional.
Diante do recuo de Santos, o Ministério Público decidiu arquivar o inquérito civil público que tinha aberto para investigar a expulsão.
Isso não impede, contudo, que Montero peça reabertura do caso, retomando as investigações no ponto em que pararam.
Ateus famosos de todos os tempos
Confira a lista dos ateus mais famosos do mundo,a lista não contém todos,mais sim a maioria,todas as informações foram verificadas e são verdadeiras.
Daniel Radcliffe (1989), ator
Mark Zuckerberg (1984), criador do Facebook
Camila Pitanga (1977), atriz
Angelina Jolie (1975), atriz
Linus Torvalds (1969), programador
Sam Harris (1967), neurocientista
David Chalmers (1966), filósofo
Nando Reis (1963), cantor
Brad Pitti (1963), ator
Diogo Mainardi (1962), jornalista
Jodie Foster (1962), atriz
Cássia Eller (1962-2001), cantora
Ricardo Boechat (1952), jornalista
Christopher Reeve (1952-2004), ator
Douglas Adams (1952-2001), escritor
Juca Kfouri (1950), jornalista
Stephen Wozniak (1950), co-fundador da Apple
Antônio Fagundes (1949), ator
Christopher Hitchens (1949-2011), jornalista
Camille Paglia (1947), intelectual, escritora
Stephen King (1947), escritor
David Bowie (1947), músico
Salman Rushdie (1947), escritor
David Gilmour (1946), vocalista do Pink Floyd
Chico Buarque (1944), compositor e cantor
Sebastião Salgado (1944), fotógrafo
Drauzio Varella (1943), médico
Mick Jagger (1943), músico
Stephen Hawking (1942), físico
Caetano Veloso (1942), compositor e cantor
Daniel Dennett (1942), filósofo
Richard Dawkins (1941), biólogo
Stephen Gould (1941-2002), biólogo
Paulo César Pereio (1940), ator
Arnaldo Jabor (1940), cineasta e jornalista
Leonard Susskind (1940), físico
John Lennon (1940-1980), músico, compositor
Bruce Lee (1940-1973), ator
Jack Nicholson (1937), ator
Luiz Fernando Veríssimo (1936), escritor
Woody Allen (1935), cineasta
Ivan Lessa (1935-2012), jornalista e cronista
Herbert José de Sousa - Betinho (1935-1997), sociólogo
Carl Sagan (1934-1996), cientista, astrônomo
Iuri Gagarin (1934-1968), cosmonauta
John Searle (1932), filósofo
Umberto Eco (1932), escritor
Mikhail Gorbachev ou Gorbatchev (1931), político
Chico Anysio (1931), humorista.
Lima Duarte (1930), ator
Ferreira Gullar (1930), poeta
Warren Buffett (1930), empresário
Walmor Chagas (1930-2013), ator
Paulo Francis (1930-1997), jornalista
Peter Higgs (1929), físico.
James Watson (1928), biólogo.
James Randi (1928), mágico ilusionista
Noam Chomsky (1928-), linguista e filósofo
Che Guevara (1928-1967), revolucionário
Fidel Castro (1926), ditador
Milton Santos (1926-2011), geógrafo
Michel Foucault (1926-1984), filósofo
Rubem Fonseca (1925), escritor
Marlon Brando (1924-2004), ator
José Saramago (1922-2010), escritor
Charles Schulz (1922-2000), cartunista
Darcy Ribeiro (1922-1997), antropólogo
Paulo Autran (1922-2007), ator
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2011/11/ateus-famosos-de-todos-os-tempos.html#ixzz2ToWLu1Lv
Daniel Radcliffe (1989), atorMark Zuckerberg (1984), criador do Facebook
Camila Pitanga (1977), atriz
Angelina Jolie (1975), atriz
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Sam Harris (1967), neurocientista
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Nando Reis (1963), cantor
Brad Pitti (1963), ator
Diogo Mainardi (1962), jornalista
Jodie Foster (1962), atriz
Cássia Eller (1962-2001), cantora
Miguel Nicolelis (1961), cientista
George Clooney (1961), ator
Sean Penn (1960), ator
Antonio Banderas (1960), ator
Renato Russo (1960-1996), compositor e cantor
Uma Thurman (1970), atriz
Bill Gates (1955), empresário
Walter Willis (1955), ator.
Steven Pinker, (1954), psicólogo
James Cameron (1954), cineasta
Matthew Groening (1954), criador dos Simpsons
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Matthew Groening (1954), criador dos Simpsons
Ricardo Boechat (1952), jornalista
Christopher Reeve (1952-2004), ator
Douglas Adams (1952-2001), escritor
Juca Kfouri (1950), jornalista
Stephen Wozniak (1950), co-fundador da Apple
Antônio Fagundes (1949), ator
Christopher Hitchens (1949-2011), jornalista
Camille Paglia (1947), intelectual, escritora
Stephen King (1947), escritor
David Bowie (1947), músico
Salman Rushdie (1947), escritor
David Gilmour (1946), vocalista do Pink Floyd
Chico Buarque (1944), compositor e cantor
Sebastião Salgado (1944), fotógrafo
Drauzio Varella (1943), médico
Mick Jagger (1943), músico
Stephen Hawking (1942), físico
Caetano Veloso (1942), compositor e cantor
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Richard Dawkins (1941), biólogo
Stephen Gould (1941-2002), biólogo
Paulo César Pereio (1940), ator
Arnaldo Jabor (1940), cineasta e jornalista
Leonard Susskind (1940), físico
John Lennon (1940-1980), músico, compositor
Bruce Lee (1940-1973), ator
Jack Nicholson (1937), ator
Luiz Fernando Veríssimo (1936), escritor
Woody Allen (1935), cineasta
Ivan Lessa (1935-2012), jornalista e cronista
Herbert José de Sousa - Betinho (1935-1997), sociólogo
Carl Sagan (1934-1996), cientista, astrônomo
Iuri Gagarin (1934-1968), cosmonauta
John Searle (1932), filósofo
Umberto Eco (1932), escritor
Mikhail Gorbachev ou Gorbatchev (1931), político
Chico Anysio (1931), humorista.
Lima Duarte (1930), ator
Ferreira Gullar (1930), poeta
Warren Buffett (1930), empresário
Walmor Chagas (1930-2013), ator
Paulo Francis (1930-1997), jornalista
Peter Higgs (1929), físico.
James Watson (1928), biólogo.
James Randi (1928), mágico ilusionista
Noam Chomsky (1928-), linguista e filósofo
Che Guevara (1928-1967), revolucionário
Fidel Castro (1926), ditador
Milton Santos (1926-2011), geógrafo
Michel Foucault (1926-1984), filósofo
Rubem Fonseca (1925), escritor
Marlon Brando (1924-2004), ator
José Saramago (1922-2010), escritor
Charles Schulz (1922-2000), cartunista
Darcy Ribeiro (1922-1997), antropólogo
Paulo Autran (1922-2007), ator
Dias Gomes (1922-1999), dramaturgo
João Cabral de Melo Neto (1920-1999), poeta
Pier Paolo Pasolini (1922-1975), cineasta
Federico Fellini (1920-1993), cienasta
Isaac Asimov (1920-1992), escritor
Ingmar Bergman (1918-2007, cineasta
Richard Feynman (1918-1988), físico
Eric Hobsbawm (1917-2012), historiador
Dercy Gonçalves (1917-2008), atriz
Arthur Clarke (1917-2008), escritor
Zélia Gattai (1916-2008), escritora
Francis Crick (1916-2004), cientista
Claude Shannon (1916-2001), matemático
Arthur Miller (1915-2005), dramaturgo
Vinícius de Moraes (1913-1980), poeta
Albert Camus (1913-1960)
Jorge Amado (1912-2001), escritor
Alan Turing (1912-1954), matemático
Mário Lago (1911-2002), ator
Jacques Monod (1910-1976), biologista francês
Ernst Gombrich (1909-2001), historiador
Oscar Niemeyer (1907-2012), arquiteto
Katharine Hepburn (1907-2003), atriz
Ayn Rand (1905-1982), escritora
Simone de Beauvoir (1908-1986), escritora
Jean-Paul Sartre (1905-1980)
Pablo Neruda (1904-1973), poeta
Theodor Adorno (1903-1969), filósofo
Cândido Portinari (1903-1962), artista plástico
George Orwell (1903-1950), escritor
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), escritor
Paul Dirac (1902-1984), físico
Linus Pauling (1901-1994), químico quântico
Luis Buñuel (1900-1983), cineasta
Erich Fromm (1900-1980), psicanalista
Graciliano Ramos (1892-1953), escritor
Ernest Hemingway (1899-1961), escritor
Oswald de Andrade (1890-1954), escritor
Luis Carlos Prestes (1898-1990), político
Charlie Chaplin (1889-1977), ator, comediante
Pablo Picasso (1881-1973), pintor, escultor
Vladimir Lenin (1870-1924), revolucionário russo
Marie Curie (1867-1934), cientista
Mao Tsé-Tung (1893-1976), político
Friedrich Nietzsche (1844-1900)
James Joyce (1882-1941), escritor
Jawaharlal Nehru (1889-1964), político da Índia
Álvares de Azevedo (1831-1852), poeta
Augusto dos Anjos (1884-1914), poeta
Monteiro Lobato (1882-1948), escritor
Bertrand Russell (1872-1970), filósofo e matemático
Richard Strauss (1864-1949), músico, compositor
George Shaw (1856-1950), escritor
Sigmund Freud (1856-1939), criador da psicanálise
Clarence Darrow (1857-1938), advogado americano
Thomas Edison (1847-1931), inventor, cientista
Andrew Carnegie (1835-1910), empresário
Mark Twain (1835-1910), escritor
Friedrich Müller (1822-1897), naturalista
Friedrich Engels (1820-1895), filósofo
Karl Marx (1818-1883), filósofo
Charles Dickens (1812-1870), escritor
João Cabral de Melo Neto (1920-1999), poeta
Pier Paolo Pasolini (1922-1975), cineasta
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Isaac Asimov (1920-1992), escritor
Ingmar Bergman (1918-2007, cineasta
Richard Feynman (1918-1988), físico
Eric Hobsbawm (1917-2012), historiador
Dercy Gonçalves (1917-2008), atriz
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Zélia Gattai (1916-2008), escritora
Francis Crick (1916-2004), cientista
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Theodor Adorno (1903-1969), filósofo
Cândido Portinari (1903-1962), artista plástico
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Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), escritor
Paul Dirac (1902-1984), físico
Linus Pauling (1901-1994), químico quântico
Luis Buñuel (1900-1983), cineasta
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Graciliano Ramos (1892-1953), escritor
Ernest Hemingway (1899-1961), escritor
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Charlie Chaplin (1889-1977), ator, comediante
Pablo Picasso (1881-1973), pintor, escultor
Vladimir Lenin (1870-1924), revolucionário russo
Marie Curie (1867-1934), cientista
Mao Tsé-Tung (1893-1976), político
Friedrich Nietzsche (1844-1900)
James Joyce (1882-1941), escritor
Jawaharlal Nehru (1889-1964), político da Índia
Álvares de Azevedo (1831-1852), poeta
Augusto dos Anjos (1884-1914), poeta
Monteiro Lobato (1882-1948), escritor
Bertrand Russell (1872-1970), filósofo e matemático
Richard Strauss (1864-1949), músico, compositor
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Sigmund Freud (1856-1939), criador da psicanálise
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Thomas Edison (1847-1931), inventor, cientista
Andrew Carnegie (1835-1910), empresário
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Friedrich Müller (1822-1897), naturalista
Friedrich Engels (1820-1895), filósofo
Karl Marx (1818-1883), filósofo
Charles Dickens (1812-1870), escritor
Ivan Petrovich Pavlov (1849-1936)
Andrew Carnegie (1835-1919)
Charles Darwin (1809-1882), naturalista
Giuseppe Garibaldi (1807-1882), revolucionário
Auguste Comte (1798-1857), filósofo
Heinrich Heine (1797-1856), poeta
Arthur Schopenhauer (1788-1860), filósofo
Denis Diderot (1713-1784), filósofo
Leonardo da Vinci (1452-1519), pintor, escultor, gênio
Charles Darwin (1809-1882), naturalista
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Denis Diderot (1713-1784), filósofo
Leonardo da Vinci (1452-1519), pintor, escultor, gênio
Theodorus (nasceu cerca de 300 AEC)
Diágoras de Melos (cerca de 465 AEC a 410 EAC)
Demócrito (cerca de 460 AEC - 370 AEC)
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