Mostrando postagens com marcador Outras Religiões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Outras Religiões. Mostrar todas as postagens

Grupo islâmico proíbe consumo de tomate por ser fruto cristão



























A Associação Islâmica Popular Egípcia comunicou inicialmente em sua página no Facebook que comer tomate é proibido por se tratar de um fruto cristão porque, dependendo da forma em que for cortado, “exalta a cruz, e não Alá, e diz que Deus é três” (uma referência à Trindade). 

De acordo com o jornal Líbano Agora, a associação fez o seguinte apelo: “Eu te imploro para que espalhe esta foto [acima] porque há um imã da Palestina que viu o profeta de Alá [Maomé], em uma visão, e Ele estava chorando, alertando sua nação para não comê-los [tomates]. Se você não espalhar esta [mensagem], é porque foi o diabo que o impediu.” 

Os comentários de espanto e de gozação foram tantos, mais de dois mil, que a associação publicou um segundo comunicado com a afirmação de que não proibiu o consumo de tomates. “O que nós dissemos foi para não cortá-los de modo que faça surgir a cruz.” 

A associação é formada por salafistas, que são muçulmanos empenhados em resgatar as tradições do islamismo. Estima-se que existem no Egito cerca de 6 milhões deles. Uma pesquisa feita em 2010 na Alemanha apontou que essa corrente de muçulmanos é a que mais cresce no mundo islâmico. 

Um jornalista do site The Blaze comentou que muitas das notícias que saem do mundo islâmico são “intrigantes, estranhas e preocupantes” e que algumas delas são cômicas, como a do tomate cristão. 

TODOS OS CRÉDITOS PARA - PAULOPES

Alunos evangélicos recusam trabalho de cultura africana



Isabel Costa, diretora da Escola Estadual Senador João Bosco de Ramos Lima, de Manaus (AM), comentou que, em sete anos do projeto interdisciplinar, nunca houve a confusão que ocorreu agora. “Fique muito abalada.”

Catorze alunos evangélicos do 2º e 3º ano do ensino médio se recusaram a apresentar na feira cultural um trabalho sobre cultura africana porque acharam que seria uma ofensa a sua religião e aos seus princípios morais. Eles propuseram uma dissertação sobre “As missões evangélicas na África”, e a escola rejeitou.

“O que eles [evangélicos] queriam apresentar fugia totalmente do tema”, disse Raimundo Cleocir, coordenador adjunto da escola.

No entendimento da evangélica Wanderléa Noronha, o trabalho proposto pela escola exporia a sua filha a religiões de matriz africanas, com o que ela, a mãe, não concorda. “A discriminação aconteceu conosco”, disse. “Por que não pode haver espaço para a religião evangélica na feira?”  Ela disse que a sua filha sofreu bullying por não aceitar a fazer o trabalho. 

O aluno Ivo Rodrigo disse que o tema "Conhecendo os paradigmas das representações dos negros e índios na literatura brasileira, sensibilizamos para o respeito à diversidade" contraria a sua religião. "A Bíblia Sagrada nos ensina que não devemos adorar outros deuses, e quando realizamos um trabalho desses estamos compactuando com a ideia de que outros deuses existem e isso fere as nossas crenças no Deus único."

O aluno Jefferson Carlos reclamou que foi obrigado a ler um livro de Jorge Amado, “chamado Jubiabá”, “onde um garoto tem amizade com um pai de santo”.  “Achei muito estranha isso, porque teríamos de relatar essa história no trabalho”, afirmou. “Queríamos apresentar de outro modo, sem falar sobre isso".

Os evangélicos também criticaram a indicação para leitura de outros livros clássicos da literatura brasileira, como “Macunaíma”, “Iracema”, 'Ubirajara', 'O mulato', 'Tenda dos Milagres', e 'O Guarany', por abordarem homossexualidade, umbanda e candomblé.

Por detrás da reação dos evangélicos está o pastor Marcos Freitas, do Ministério Cooperadores de Cristo. Ele criticou os livros que a escola listou para que os alunos lessem. "Tinha homossexualismo no meio, eles [direção da escola] querem que os alunos engulam isso?"

A discordância assumiu maior proporção, chamando a atenção da imprensa e de entidades de direitos humanos, quando os alunos montaram uma tenda fora da escola para apresentar o seu trabalho sobre as missões evangélicas na África.

Evangélicos montaram tenda para
 apresentar trabalho sobre missões
Esses alunos tiveram nota baixa porque, disse Cleocir, “o trabalho não pôde ser avaliado, pois não tinha nada a ver com a feira”. Os pais ficaram mais revoltados.

A escola promoveu uma reunião entre professores e pais para explicar as notas baixas. A convite, houve a participação de representantes dos Direitos Humanos, Movimento Religioso de Matriz Africanas, Comissão de Diversidade Sexual da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e Marcha Mundial das Mulheres.

Raimunda Nonata Corrêa, da Carma (Coordenação Amazonense das Religiões de Matriz Africana), disse que os evangélicos estavam equivocados porque a feira tem sido promovida para expor os ingredientes culturais da sociedade brasileira, entre os quais os de origem africana.

Ela ressaltou que, além disso, “a escola não é espaço de disputa religiosa”, porque o seu objetivo é “qualificar o aluno como cidadão de um país que é plural”.
Luiz Fernando Costa, professor na escola e presidente do Movimento Negro no Amazonas, lembrou que as escolas têm de ensinar sobre a cultura afro-brasileira e indígenas não só por causa de sua importância, mas também porque há uma lei federal que obriga a isso. "Todo esse tema está no currículo da escola, a discussão é sobre ensino das culturas e não sobre a religião."

A reunião na escola foi mediada por Rosaly Pinheiro, representante do Conselho dos Direitos Humanos. Ela reconheceu que o assunto é “delicado” porque as pessoas precisam entender que “vivemos numa democracia e que todos têm liberdade de expressão”.


A reunião terminou sem consenso. Na próxima semana, a Secretaria de Educação decidirá como vão ficar as notas dos evangélicos. A diretora Isabel Costa admitiu que o trabalho “Missões Evangélicas na África” poderá ter “uma avaliação diferenciada”.


TODOS OS CRÉDITOS PARA - PAULOPES

Pastores evangélicos são espancados por extremistas hindus

violencia
Um retiro espiritual cristão na Índia foi invadido por extremistas hindus no último dia 04, culminando em um ataque de violência contra dezenas de pastores evangélicos que estavam reunidos no local. Os pastores atacados são da Igreja Batista do distrito de Mahehwaram Mandal, território de Hyderabad, capital de Andhra Pradesh, no centro-sul da Índia.

De acordo com informações da Agência Fides, divulgadas através da All India Christian Council, uma organização ecumênica das comunidades cristãs na Índia, os extremistas invadiram a reunião da liderança evangélica indiana e começaram a desferir golpes com paus nos pastores.

O ataque foi feito por aproximadamente 50 membros do grupo “Rashtriya Swayamsevak Sangh” (Hindus Voluntários do Corpo), que acusaram os pastores por suposta conduta de conversão forçada.

Segundo o The Christian Post, os pastores registraram queixa da violência na polícia, e as comunidades cristãs do local estão organizando uma marcha pacífica em protesto contra a violência.

- Toda violência deve ser condenada, mas devo dizer que tais episódios não são muito frequentes em Andhra Prdesh – disse o padre Amal Yeruva Hyderabad, que flou também, à agência Fide sobre a ação dos grupos extremistas no país.

- Grupos extremistas hindus, na verdade, não são muito fortes em Aadhra Pradesh como eles são em outros estados indianos, como Chhattisgarh e Madhya Pradesh, em parte porque o partido político que protege o BJP (Bharatiya Janta party), não tem muitos seguidores – relatou o sacerdote católico.

Hoje, a Índia ocupa a 31° posição da lista de países com maior perseguição ao cristianismo e, de acordo com o relatório ‘Global Council of Indian Christians’ (GCIC), em 2012 foram realizados 135 ataques contra os cristãos no país.

O site do ministério Portas Abertas afirma que os ataques a igrejas e líderes acontecem com frequência no país, onde oito estados possuem leis que proíbem a conversão cristã e há até a limitação de empregos e empréstimos governamentais para cristãos.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Pastores e padres participarão de sessão de umbanda

Um evento ecumênico com pastores, padres e adeptos da umbanda será realizado na orla da praia de Pedra de Guaratiba, no Rio de Janeiro.
De acordo com informações veiculadas pelo jornal Extra, a proposta é que o evento seja uma espécie de “recepção” para os pretos-velhos, nome dado aos espíritos dos escravos trazidos da África para o Brasil.
O evento, chamado de “2º Encontro Inter-religioso para a Juventude e homenagem aos pretos-velhos e à escrava Anastácia”, contará também com a presença de jovens católicos que participarão da Jornada Mundial da Juventude.
“O seminário é para ajudar os jovens a seguir o caminho verdadeiro da paz, do respeito e da dignidade humana”, disse Jupira Nascimento, conhecida como “mãe Fomo de Ewa” e responsável pela organização do evento.
Além da “recepção”, os médiuns da religião vão incorporar os pretos-velhos e oferecer “passes” aos presentes: “Eles purificam as pessoas trabalhando com arruda, guiné e até com a fumaça do cachimbo”, explica “mãe Fomo de Ewa”. “Mantenho os cultos aqui para divulgar a religião, já muito discriminada. Mas sem impor ela a ninguém”, conclui.
Não foi divulgado o motivo da presença de pastores e padres durante o evento ecumênico que faz parte da programação da Jornada Mundial da Juventude.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+