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Homem doa 400 litros de sangue como forma de agradecer a Deus

Recentemente um norte-americano completou a incrível marca de 100 galões de sangue doados ao longo de 36 anos de doação, o equivalente a cerca de 380 litros. Harold Mendenhall doou seis galões de sangue todos os anos desde 1977, e no mês passado atingiu sua meta.
Mendenhall, de Riviera Beach, na Flórida, doou mais de 400 vezes para alcançar seu objetivo nobre e altruísta iniciado em 7 de julho de 1977. Hoje com 84 anos de idade, ele afirma ter começado a doar sangue como forma de agradecer a Deus pelas bênçãos que recebeu, sobretudo por sua saúde.
Mendenhall começou a doar sangue quando sua esposa, Frankie, foi diagnosticada com câncer de mama em 77. Após a morte de sua esposa, ele também perdeu dois de seus cinco filhos: de 47 e 53 anos de idade. Agora, ele diz que continua a doar como forma de homenagear a todos eles e celebrar a sua própria saúde.
Por alguma razão, eu ainda estou aqui e eu sou grato. Essa é uma das razões pelas quais eu mantenho a doação – disse à The Palm Beach Post.
Homem doa quase 400 litros de sangue como forma de agradecer a Deus por suas bençãosMendenhall é bem conhecido em um hemocentro em Lake Park, na Flórida, onde ele vai para doar com frequência. No entanto, ele não doa apenas sangue, o que exigiria uma espera de 56 dias entre as doações. Ele doa plaquetas, que são mais demoradas para extrair do sangue.
Doadores de plaquetas podem doar dois litros de sangue de cada vez. As plaquetas são extraídas num processo chamado aférese que leva cerca de duas horas e, em seguida, o fluido remanescente é transferido de volta para o dador. As plaquetas geralmente vão para pacientes com cânceres no sangue, como a leucemia.
Mendenhall afirma que é a sua maneira de dar a volta, quando lhe foi dado tanto.
- Dar sangue só pode ser feito por um ser humano, de modo que tem sido o meu retorno à minha trajetória e minha boa saúde, e todas as bênçãos que eu tive – disse ele ao The Post.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Barack Obama sobre o conflito entre católicos e protestantes

Barack ObamaO presidente Barack Obama causou incômodo ao discursar em Belfast, capital da Irlanda do Norte, sobre o histórico conflito religioso existente no país entre católicos e protestantes.
O uso do termo “divisão” numa analogia feita a partir das escolas religiosas no país foi o que causou polêmica. O presidente norte-americano afirmou que as escolas católicas e protestantes não deveriam estimular a divisão social. Na Irlanda do Norte, existem muitas instituições exclusivas para fiéis católicos ou protestantes, devido ao conflito religioso.
“Por questões como escolas e habitações separadas, a falta de empregos e oportunidades – símbolos da história, que são uma fonte de orgulho para alguns e dor para os outros – não são superficiais para a paz, eles são essenciais para isso”, disse Obama . “Se as cidades permanecem divididas – se os católicos têm as suas escolas e prédios, e protestantes têm os deles – se não podemos nos ver no outro, se o medo ou ressentimento podem endurecer isso incentiva a divisão. Desencoraja a cooperação”, afirmou, segundo o site CNS News.
Segundo Obama, “em última análise, a paz não é apenas uma questão política”, e sim, um quadro muito mais amplo, e que necessita de empenho de ambos os lados: “[A paz] Trata-se de atitudes, uma sensação de empatia, quebrando as divisões que criamos para nós mesmos, em nossas próprias mentes e nossos corações, que não existem em qualquer realidade objetiva, mas que carregamos conosco geração após geração”, disse ele, em tom conciliador.
O presidente norte-americano afirmou que fala sobre o tema com propriedade, devido a história dos Estados Unidos: “E eu sei, porque a América, nós também tivemos que trabalhar duro ao longo das décadas, lentamente, gradualmente, às vezes dolorosamente, aos trancos e barrancos, para manter e aperfeiçoar nossa união. Cento e cinquenta anos atrás, estávamos rasgados por um terrível conflito. Nossa Guerra Civil era muito menor do que os problemas, mas matou centenas de milhares de nosso povo. E, claro, o legado da escravidão perdurou por gerações”, afirmou.
Esse legado mencionado por Obama resultou na existência de segregação racial mesmo após o fim da guerra civil dos Estados Unidos: “Mesmo um século depois de conseguirmos nossa própria paz, não fomos totalmente unidos. Quando eu era menino, muitas cidades ainda tinham bebedouros separados e lanchonetes e banheiros para brancos e negros”.
CRÉDITOS - Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Câmara dos Deputados dos EUA aprova lei que proíbe aborto.

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, nesta terça-feira, a lei que proíbe aborto para mulheres depois de 20 semanas. A chamada Lei de Proteção aos Não Nascidos Capazes de Sofrer Dor foi aprovada por 228 votos contra 196.

Apoiadores da lei alegam que cada vida é valiosa. "Temos a obrigação moral de defender os indefesos, e continuaremos lutando para garantir que as leis de nossa nação respeitem a santidade da vida humanapor nascer", afirmou John Boehner, presidente da Câmara.
A lei dá exceção para a gravidez por estupro ou incesto. Ela pode ainda ser vetada pela Casa Branca, que afirmou que o projeto é um “atentado ao direito da mulher de escolher”.
De acordo com o republicano Trent Franks, Arizona, patrocinador do projeto de lei, o número de estupros que terminam em gravidez é “muito baixo”, declaração que lhe gerou críticas.
O projeto é considerado o projeto de lei pró-vida mais importante da história dos EUA, segundo Penny Nance, presidente da organização Concerned Women for America.
Atualmente, a maioria dos estados americanos permite o aborto a até quando o feto torna-se viável, cerca de 24 semanas de gestação.
O projeto de lei de Frank prevê a proibição do aborto que acontece 20 semanas depois da concepção, o equivalente a cerca de 22 semanas de gravidez.
O caso vem depois de uma condenação por homicídio de Kermit Gosnell, médico da Filadélfia, que realizou procedimentos de abortos em sua clínica médica.

CRÉDITOS - THE CHRISTIAN POST

Pastor metodista pode ser punido por realizar casamento de filho gay

O reverendo Thomas W. Ogletree, a Igreja Metodista Unida (IMU) de Connecticut, nos Estados Unidos, será punido pela denominação por ter realizado, em outubro do ano passado, uma cerimônia religiosa de casamento para seu filho Thomas com seu parceiro homossexual Nicholas W. Haddad.

Ao realizar a cerimônia, o pastor descumpriu as regras da igreja, que não aceita a união homossexual. Por isso, ele foi denunciado por outro pastor da denominação e vai enfrentar um processo eclesiástico, visto que a maioria dos pastores da IMU considera a cerimônia de casamento gay como uma ofensa às leis da igreja e também às leis de Deus.

- Então você quer dizer que nunca se deve infringir nenhuma lei, não importa o quanto seja injusta? – afirmou o pastor sobre sua atitude que vai contra as regras da igreja, entrevista ao New York Times, dizendo ainda que, na hora, pensou em seu filho e não se estava ou não desobedecendo à igreja.

Pastor metodista pode ser punido por realizar casamento de filho homossexualO processo contra Ogletree foi iniciado pelo reverendo Randall C. Paige, parte do grande grupo de pastores da igreja que são contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Dos 45 mil pastores que compõe a organização religiosa, apenas 1,1 mil são a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Esse pequeno grupo está reunido no grupo denominado “New Directions”, e enfrenta a grande maioria que é contra.

Ogletree, que também é professor na Universidade de Yale, se defendeu afirmando que a lei da igreja está errada, e que por isso decidiu agir contra as regras.

- Às vezes, quando a lei oficial está errada você tenta mudá-la. Mas se você não consegue mudá-la, você a infringe – declarou em sua defesa o pastor, que disse ainda que “Jesus também infringiu uma lei quando expulsou os vendilhões do templo”.

CRÉDITOS - Por Dan Martins, para o Gospel+

Sam Harris é o ateu mais temido por religiosos dos EUA, diz site

Sam Harris, neurocientistaO neurocientista e filósofo Sam Harris (foto), 45, é o ateu mais temido pelos líderes religiosos dos Estados Unidos por sua habilidade na contestação das  crenças com o uso de argumentos extraídos da ciência. É o que diz o site judeu Tablet como introito de uma longa entrevista com Harris. 

Filho de mãe judia e de pai Quaker, Harris é, na atualidade, um dos Cavaleiros do Ateísmo, ao lado do britânico Richard Dawkins e do americano Daniel Dennet.

Nos Estados Unidos, o mais temido ateu era o afiado Christopher Hitchens, jornalista e escritor que morreu aos 62 anos em dezembro de 2011 vítima de um câncer. Pelo que Tablet diz, o título de enfant terrible dos ateísmo nos EUA é agora de Harris.

De acordo com o site, Harris tem pouca paciência com líderes religiosos cristãos, como Rick Warren (tido como o pastor de maior prestígio nos Estados Unidos), e com fundamentalistas islâmicos, além dos esquerdistas seculares que têm simpatia pelo Hamas e seus congêneres. 

Tablet destacou que os questionamentos de Harris aos religiosos em debates públicos são tão enfáticos, que ele tem sido com frequência alvo de ameaças de morte por parte de fiéis.

O neurocientista se especializou em polêmica, disse o site. “Ele é engraçado, lógico, destemido e às vezes impulsivo”, afirmou, acrescentando que também possui a “qualidade rara” de admitir estar errado, se alguém demonstrar haver falha no seu argumento. 

Harris é o autor, entre outros, do livro “A morte da Fé” (R$ 55, Companhia das Letras), onde defende a substituição das religiões organizadas pelo autoconhecimento. Para ele, essa é a única saída que se vislumbra nesse início do milênio para a humanidade, é a único caminho possível para a felicidade.

Ele é defensor da polêmica ideia de que a ciência pode deixar de ser neutra e se tornar fonte de padrões de moralidade, substituindo a religião na função de estabelecer o que é bom ou mau. A vantagem da “ciência da moralidade”, segundo ele, é que ela não ignora os sofrimentos humanos, diferentemente do que ocorre com as religiões, que chegam inclusive a incentivá-los. 

Tablet lembrou que Harris começou a estudar as religiões aos 13 anos de idade, quando o seu melhor amigo morreu em um acidente de bicicleta, e ele se perguntou o que vem após a morte. Leu sobre as crenças religiosas, inclusive as orientais — viajou para Índia e Nepal, onde estudou meditação com mestres budistas. A conclusão de Harris é que não existe absolutamente nada após a morte. 

Para ele, a ideia da existência de um ser onisciente que exige obediência de seus seguidores em troca de promessa de vida após a morte é uma grande besteira com consequências danosas, porque tem patrocinado guerras e ignorância, entre outros males. 

David Samuels, colaborador de Tablet, perguntou a Harris por que ele, como neurocientista e ateu, ocupa tanto o seu tempo com as religiões. 

Harris citou um exemplo para responder que hoje em dia essa é uma questão que interessa a todos. “Se você tiver um motorista que acredita no poder da oração, a ponto disso afetá-lo em suas decisões, ele poderá de vez em quando tirar as mãos do volante por acreditar que Jesus está no controle de tudo", disse. "Essa pessoa é perigosa, [...] e nós precisamos falar sobre isso.”

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/06/sam-harris-e-o-ateu-mais-temido-por.html#ixzz2VmXIohYZ 

Pastor dá recado aos ateus dos EUA: 'Este país é cristão; saiam!'

pastor John Hagee CharlesNo domingo (3), durante um culto, o pastor John Hagee (foto), 72, líder de uma megaigreja com sede em San Antonio, Texas, mandou um recado aos ateus dos Estados Unidos: “Este país não foi construído para os ateus, nem por ateus. Foi construído pelo povo cristão que acredita na palavra de Deus. Se vocês se sentem ofendidos com a nossa crença em Deus, existem aviões que saem de hora em hora para qualquer lugar do planeta Terra. Nós não queremos vocês e não vamos sentir a sua falta. Eu garanto.” Os fiéis aplaudiram. 

O vídeo da pregação do pastor repercutiu em blogs e sites ateístas, acompanhado com o comentário de que se trata de mais uma demonstração do “amor cristão”. Ironia à parte, o esprit de corps funcionou: nenhum pastor sensato se dignou a criticar publicamente a intolerância do colega. 

A ira de Hagee veio à tona provavelmente porque o movimento ateísta vem obtendo cada vez mais visibilidade nos Estados Unidos, com a realização de encontros e promoção de outdoors. 

Há ainda o momento eleitoral. Depois que o presidente Barack Obama, candidato à reeleição, afirmou que é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, pastores não têm perdido oportunidade para criticá-lo.

Hagee, na pregação daquele dia, lamentou que Obama tivesse declarado a jornalistas estrangeiros que os Estados Unidos não são uma nação cristã. “Ele está absolutamente errado”, disse. “Fomos, somos e seremos sempre um povo que lê a Bíblia, um povo cristão.” 

Na disseminação do ódio, Hagee é, por assim dizer, democrático. Já atacou judeus, islâmicos e católicos. Sua igreja tem 160 emissoras de TV e 50 de rádio. Seus programas são transmitidos em países na África e Europa, além dos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. A mensagem de “amor” do pastor chega a cerca de 100 milhões de casas.

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/06/pastor-dos-eua-da-recado-aos-ateus-este.html#ixzz2VmVZ7Q7L
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 

Cidade americana terá monumento ao ateísmo

Com cerca de 6 mil habitantes, Starke, na Flórida, no Condado de Bradford, é a primeira cidade dos EUA a ter um monumento ao ateísmo em espaço público.

A estrutura de 4 metros de altura que servirá de uma “perna” a um banco será inaugurada defronte do prédio da Justiça e a cinco metros de um monumento aos Dez Mandamentos patrocinado por um grupo de cristãos.

“Gostaríamos que não houvesse monumento para coisa alguma, mas, se eles [cristãos] podem ter um dedicado aos Dez Mandamentos, nós também podemos ter o nosso”, disse Ken Loukinen, diretor regional da Ateus Americanos, que é a associação que projetou a estrutura.

Os ateus queriam a demolição do monumento cristão sob o argumento de que o Estado é laico, mas o que conseguiram foi um acordo judicial para que erigissem a sua própria homenagem aos descrentes.

A Fundação Freethought Stiefel, do grupo liderado pelo milionário ateu Todd Stiefel,assumiu o custo do monumento ateísta de US$ 6.000 (cerca de R$ 12.000).

A estrutura terá citações relacionadas ao secularismo de Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e de outras personalidades e do Tratado de Tripoli (1796), que diz: “O governo dos Estados Unidos não está em nenhum sentido fundado na religião cristã”.

A estrutura ateísta também terá uma citação bíblica, Deuteronômio 13:10, que mostra a violência pregada pelo livro sagrado dos cristãos ("E o apedrejarás, até que morra, pois te procurou apartar do SENHOR teu Deus, que te tirou da terra do Egito, da casa da servidão.")

No entendimento da prefeitura, de acordo com sua defesa na Justiça, o monumento aos Dez Mandamentos não significa que a municipalidade esteja patrocinando uma religião. 

Pela lógica desse argumento, ela teve de concordar com a construção da estrutura ateísta, que igualmente não poderá ser evocada como endosso oficial ao ponto de vista dos céticos.

Os ateus americanos têm se empenhado em abolir do espaço público símbolos religiosos, mas, nessa luta, não pretendem pedir a construção de novos monumentos em homenagem ao seu ideário. 


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