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Daniela Mercury diz que pastor Marco Feliciano é “incapaz de amar”

Um dia antes de se apresentar na Parada Gay em São Paulo, a cantora Daniela Mercury fez um show numa casa noturna no Rio de Janeiro e teceu novas críticas ao pastor Marco Feliciano, sem citar seu nome diretamente.
As críticas eram direcionadas, segundo Mercury, a um “tal político que não sabe respeitar o amor entre pessoas do mesmo sexo”.
De acordo com o jornal Extra, Mercury afirmou ainda que Feliciano não teria capacidade de amar: “Esse povo fala muito de sexo, mal sabem como é bom. Esse deputado acha que sabe o que é melhor para a gente. Fica lá na igreja julgando, falando o que é certo e o que é errado, se metendo na vida dos outros, mas é incapaz de amar. Sexo é muito bom, minha gente! Viva a liberdade! Viva o amor! E xô satanás”, disse a cantora, que também comemorou a decisão do Conselho Nacional de Justiça, que obriga os cartórios a registrarem o casamento gay: “Viva a união civil! Vamos todos dizer sim ao casamento, acabar com o preconceito e a hipocrisia”.
Durante sua participação na Parada Gay, a cantora voltou a atacar o pastor: “Feliciano, qualquer maneira de amor vale a pena”, disse ela, enquanto começava a cantar a música de Milton Nascimento, “Qualquer maneira de amor vale a pena”.
No encerramento de seu show, Daniela mais uma vez politizou sua apresentação, incitando os presentes a pedirem a destituição de Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados.
“Se a gente já tirou um presidente, não é possível que o governo mantenha na comissão alguém que não nos representa. Vamos usar o nosso poder cotidiano, não deixando ninguém desrespeitar ninguém. Isso é ser cidadão”, disse, segundo informações da Folha de S. Paulo.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Parada gay registra protestos contra o Marco Feliciano e papa Francisco

A 17ª edição da Parada Gay em São Paulo contou com público abaixo do esperado e presença de políticos, artistas e protestos contra o pastor Marco Feliciano (PSC-SP) e o papa Francisco.
Cartazes com frases como “Fora Feliciano” estavam presentes em todo o percurso da passeata, e no discurso de representantes do movimento LGBT, houve protestos contra o que os ativistas gays classificam de “fundamentalismo religioso”.
Os organizadores do evento anunciaram que o público esperado era de 4 milhões de pessoas, e ao final do evento, anunciaram que devido a chuva, a quantidade de participantes havia sido de 3 milhões. A Polícia Militar não anunciou dados referentes medição de público.
O jornal Folha de S. Paulo publicou estatística do instituto Datafolha, que mediu a quantidade de participantes pelo segundo ano seguido, e chegou à conclusão que a quantidade de presentesdiminuiu em relação ao ano anterior.
Segundo o Datafolha, 220 mil pessoas participaram da Parada Gay ontem, contra 270 mil de 2012. A queda representa uma redução de 18,5% de participantes.
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi um dos que mais abordaram o tema, segundo informações do site Surgiu. “Nós somos muitos e não somos fracos”, disse o ex-BBB, que estava num trio elétrico acompanhado da ministra da Cultura, Marta Suplicy (PT-SP); o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT); e do governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB).
Haddad, conhecido por ser o ministro da Educação que liberou a elaboração do kit gay, afirmou que o evento era uma maneira de se posicionar contra o preconceito: “Existe amor em São Paulo. Vamos lutar contra toda forma de intolerância. Viva São Paulo na luta pela liberdade”.
Haddad polemizou ao comparar as bandeiras homossexuais com as levantadas pelo cristianismo ao longo do tempo: “Assim como os homossexuais, os judeus, os cristãos, os negros e as mulheres já tiveram que defender seus direitos ao longo da história”, afirmou. “Quem não compreende isso terá que se render aos fatos. O ser humano nasceu para ser livre e será livre”, disse o prefeito.
O estilista José Roberto Fernandes, 62 anos, fantasiou-se de papa Francisco para protestar contra a forma como a Igreja Católica se posiciona a respeito do tema: “Sou católico e acredito que a igreja deveria se abrir mais ao que está acontecendo. Fiz uma homenagem ao Papa. Meus amigos argentinos dizem que ele é um tanto radical à nossa causa. Quero ir para o Rio de Janeiro na Jornada da Juventude, mas não assim. Senão seria excomungado”, disse à reportagem do portal Terra.
A cantora Daniela Mercury, que recentemente assumiu um relacionamento homossexual, foi uma das que mais atraíram a atenção dos participantes do evento. Ao cantar a música “Qualquer maneira de amor vale a pena”, de Milton Nascimento, Daniela protestou contra o pastor Marco Feliciano por sua postura contrária ao casamento gay: “Feliciano, qualquer maneira de amor vale a pena”, disse, segundo informações do G1.
O presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), Fernando Quaresma, aproveitou para criticar o Congresso Nacional e também os parlamentares da bancada evangélica: “Enquanto o Judiciário faz justiça, o Congresso se omite e o fundamentalismo religioso tem prevalecido na Casa. O Estado é laico e lugar de religião é na igreja”.
Entretanto, apesar do clima de debate político no evento, as críticas feitas por quem discorda da bandeira dos ativistas gays se estenderam sobre todos os aspectos da Parada Gay. O jornalista Reinaldo Azevedo repudiou o uso das questões envolvendo o pastor Marco Feliciano como “espantalho” por parte dos organizadores.
“Até ontem, os jornais falavam que eram esperadas 3,5 milhões de pessoas na Parada Gay de São Paulo. Apareceram, segundo os critérios técnicos adotados pelo Datafolha para medir concentração de público, 220 mil — 50 mil a menos do que em 2012. E olhem que se tentou, de todos os modos, usar a figura do pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, como o espantalho que é chamariz. Sabem como é, estava frio, garoando… A cobertura da imprensa, inclusive das TVs, fazia crer que o número aloprado divulgado pela organização do evento estava certo: 5 milhões de pessoas!!! Vale dizer: a turma multiplicou o público presente por quase… 23 vezes. Terá sido só o frio?”, ironizou.
Sobre o baixo público no evento, Azevedo seguiu ironizando em sua dura crítica: “Pode ter sido certo enfaro, não é? Até dos gays não sindicalizados podem estar um pouco cansados. A imprensa brasileira, a paulistana em especial, vive numa parada gay permanente. E sempre tratando a questão em tom militante. A “causa”, hoje, foi adotada pelo establishment. O Supremo, contrariando a Constituição, reconheceu a união civil. O CNJ, numa decisão escandalosamente inconstitucional, decidiu obrigar os cartórios a fazer casamento — Luiz Fux alegou um dito erro formal e recusou uma liminar contra a decisão”, escreveu, em sua coluna na revista Veja.
Confira imagens da Parada Gay:
protesto feliciano parada gay 3
protesto feliciano parada gay 2
protesto feliciano parada gay 1
papa parada gay 2013
Manifestante fantasiado de papa Francisco em protesto à postura da Igreja Católica sobre a homossexualidade
fernando haddad - jean wyllys - marta suplicy - parada gay 2013
jean wyllys - marta suplicy - parada gay 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Parada gay reuniu 220 mil pessoas, diz Datafolha

O pastor Silas Malafaia criticou a realização da Parada Gay em São Paulo e as motivações políticas dos ativistas gays, dizendo que há manipulação de dados a respeito do número de participantes no evento.
Os organizadores do evento anunciaram que eram esperados 4 milhões de participantes, e ao final do evento, alegaram que devido à chuva, 3 milhões haviam comparecido. A Polícia Militar não realizou a medição de público no evento.
O número divulgado pelos organizadores, no entanto, apresenta uma diferença substancial em relação à medição de público realizada pelo Datafolha. Pelo segundo ano consecutivo, o instituto aplicou uma metodologia desenvolvida exclusivamente para aferir a quantidade de participantes em grandes eventos e manifestações públicas.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o público deste ano na Parada Gay foi 220 mil pessoas em média, 18,5% menor do que o de 2012, que havia sido de aproximadamente 270 mil pessoas.
No Twitter, o pastor Silas Malafaia ironizou o baixo público do evento e criticou veículos de comunicação, em especial os ligados às Organizações Globo, que superdimensionaram a quantidade de participantes.
“Parada Gay: Rede Globo, rádio Globo e CBN no sábado falaram que a parada ia ter mais de 3 milhões de pessoas. O que aconteceu? Fiasco. Tem mais… Jornal O Globo, às 19h disse que a Parada Gay tinha 400 mil pessoas. Se você acessar agora o número aumentou para 600 mil. Que vergonha! Ativistas gays só conseguem sobreviver da mentira e jornalismo tendencioso. Ano passado, o datafolha mediu o público da parada: 270 mil pessoas [...] Aí pessoal, do jeito que aumentam a cada hora o número da Parada Gay, talvez amanhã ao meio- dia chegue a 3 milhões”.
Confira o infográfico da Folha de S. Paulo com a medição realizada da Parada Gay:
infografico folha de s paulo - parada gay 2013
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Pesquisa aponta que parte dos brasileiros não aceitaria um filho gay

A homossexualidade é um dos temas mais discutidos recentemente entre diversos setores da sociedade brasileira. Envolvendo polêmicas com pastores evangélicos, parlamentares e outros líderes de diversos segmentos, o tema tomou grandes proporções depois que uma decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou a obrigatoriedade de todos os cartórios registrarem casamentos e uniões estáveis homossexuais sem que haja necessidade de uma determinação judicial.
Esse quadro motivou uma pesquisa conduzida pelo Instituto Data Popula, que apontou que 37% dos brasileiros não aceitariam ter um filho ou filha homossexual, e que ainda 38% afirmam ser contrários a casais do mesmo sexo terem os mesmos direitos de “casais tradicionais”.
Baseada em questionários respondidos por 1.264 pessoas em todas as regiões brasileiras, no primeiro trimestre de 2013, a pesquisa buscou mapear a opinião dos brasileiros a respeitos de assuntos relacionados à homossexualidade e ao acesso a direitos civis por casais de mesmo sexo no país.
De acordo com o Instituto Data Popular, a primeira pergunta apresentada às pessoas ouvidas pelo estudo era se o mesmo concordava ou não com a frase “Não aceitaria ter um filho ou uma filha homossexual”. 37% responderam que concordavam com a afirmativa. O número foi ainda maior entre os homens com taxa de 45%, contra as mulheres, entre as quais a rejeição a filhos homossexuais caiu para 35%.
Segundo o G1, o sócio diretor do Instituto Data Popular, Renato Meirelles, analisou os resultados afirmando que “os números reforçam que o preconceito da sociedade para com os homossexuais existe, tanto dentro de casa, quanto fora dela”.
Parada gay em São Paulo
A parada gay que acontece da cidade de São Paulo, e terá como tema “Para o Armário Nunca Mais, União e Conscientização”, terá como uma de suas principais bandeiras os protestos contra o deputado pastor Marco Feliciano.
- Não é só contra o Feliciano, é contra todos aqueles ‘infelicianos’ que insistem em julgar os direitos dos outros em detrimento da sua heterossexualidade – afirmou o diretor da Associação da Parada do Orgulho GLBT (APOGLBT), Nelson Matias.
Nesse ano, a Prefeitura de São Paulo investirá R$ 1,6 milhão na logística e infraestrutura da Parada do Orgulho LGBT.
Por Dan Martins para o Gospel+

Ex humorista afirma ter encontrado Jesus em uma parada gay

O ex-humorista Ricardo Tofanelo, que fez sucesso nos anos 2000 na Metropolitana FM, em São Paulo, interpretando a travesti Judith no humorístico Chupim, concedeu uma entrevista à revista Veja falando de sua conversão e sua atual vida como pastor evangélico.
Tofanelo, que há três anos está afastado da mídia, está à véspera de lançar o documentário em DVD “Do Rosa ao Choque”, que conta sua história e conversão. Ele revela como se converteu, e conta ter “encontrado Jesus” em uma parada gay.
- Gastava 2.800 reais por mês em cocaína. Um dia, achei que a polícia iria me pegar e me refugiei num culto às 7 horas. Aí, virei fiel. Mas encontrei Deus mesmo na Parada Gay. – afirmou o ex humorista.
- Tinha assinado contrato para desfilar num dos trios. Se faltasse, pagaria multa de 40 000 reais. Exigi tocar uma música gospel, Faz um Milagre em Mim. Quando ouvi, Deus me libertou de drogas, sexo… – completou Tofanelo, que contou ainda que atualmente é pastor Igreja Plenitude do Trono de Deus.
Ele falou ainda de suas finanças, contando que compra e revende horários em rádios gospel, o que faz sua renda chegar a R$9 mil por mês, equivalente a metade do que recebia quando interpretava a travesti Judith.
Questionado se deixou de ser homossexual, o ex-humorista afirmou que não sente mais vontade de manter relações com homens. Ele respondeu também uma pergunta sobre sua opinião acerca do pastor Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e considerado o novo desafeto da comunidade GLS, afirmando que Feliciano atua em defesa da família.
- Ele quer preservar a família e não desrespeita homossexuais. Os gays pedem respeito, mas na parada só vemos travestis de peito de fora – afirmou.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Intel deixa de ajudar escoteiros que discriminam gays e ateus

Um grupo inglês de escoteiros rejeitou a filiação de George Pratt, 11, porque ele, ateu, disse que, no juramento de lealdade, não podia declarar obediência a Deus. Trata-se de um juramento padrão, seguido por escoteiros de todo o mundo.

Nos Estados Unidos, a partir de agora, os grupos de escoteiros que discriminam ateus e gays deixarão de receber ajuda financeira do programa de voluntariado da Intel. 

A fabricante de chips informou aos grupos de escoteiros, entre outras entidades, que adotou uma nova política de não conceder ajuda a quem promove de discriminação. 

Chuck Mulloy, porta-voz da Intel, disse que as instituições, para receber subsídios, terão de assinar um documento declarando estar de acordo com as políticas de não discriminação da empresa. 

A decisão afeta principalmente os escoteiros de Oregon, onde a Intel tem uma fábrica. Somente em 2010, as doações foram de US$ 180.000 (R$ 360.000). 

Matt Devore, chefe de um grupo de escoteiros de Oregon, reconheceu que a suspensão da ajuda “vai doer”, porque “não recebemos muitos presentes dessa monta”. Ele disse que os mais prejudicados serão as crianças que não podem arcar com seus gastos no grupo.

Boy Scourts of America, entidade nacional dos escoteiros, emitiu nota lamentando o fim da parceria com a Intel, mas acrescentou que vai manter os seus critérios para admissão de novos escoteiros. Em outras palavras, vai continuar orientando os grupos a não aceitarem gays e ateus. 

A medida da Intel vale também para quem discrimina casais do mesmo sexo. A empresa segue, assim, exemplo de outras grandes corporações, como Google, Apple, Microsoft e Amazon. 

No Brasil, depois de uma campanha na internet de representantes do movimento gay, a Avon retirou de seu catálogo os livros da editora do Silas Malafaia, pastor que tem se destacado pela sua campanha contra os direitos de igualdade dos homossexuais. Pelo menos um dos livros contém trechos que podem ser considerados como homofóbicos. 

Em outros países, a Avon já evitava se envolver com entidades e personalidades preconceituosas.


Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/11/intel-deixa-de-ajudar-instituicoes-que-discriminam-gays-e-ateus.html#ixzz2VmXbY3t7 

Pastor celebra casamento gay de seu filho

Um pastor que quebrou a regra estipulada pela convenção da Igreja Metodista Unida (IMU) e realizou uma cerimônia de casamento gay enfrentará um processo eclesiástico por sua atitude.
O reverendo Thomas W. Ogletree, de 79 anos, realizou a cerimônia de casamento de seu filho, Thomas Jr. com Nicholas W. Haddad em outubro de 2012, e afirmou que sua atitude foi uma forma de expressar o que pensa a respeito das regras da IMU.
“Às vezes, quando a lei oficial está errada você tenta mudá-la. Mas se você não consegue mudá-la, você a infringe. Eu não pensei nisso como um ato de desobediência civil ou desobediência à igreja. Eu pensei nisso como uma resposta ao meu filho”, afirmou o pastor em entrevista ao The New York Times.
Pastor celebra casamento gay de seu filho e se defende: “Quando a lei está errada, você a infringe”Ogletree é pastor e professor na Universidade de Yale, e durante um encontro promovido pela instituição, ouviu críticas do reverendo Randall C. Paige: “Essa cerimônia foi uma ofensa”, afirmou. Paige e Ogletree são apontados pela imprensa como desafetos, e de acordo com as informações do NYT, o reverendo Paige exigiu que Ogletree se desculpasse e se comprometesse a não voltar a celebrar uma cerimônia de casamento entre duas pessoas do mesmo sexo.
Entretanto, Ogletree rebateu Paige dizendo que Jesus infringiu uma lei ao expulsar os vendilhões do Templo, e questionou: “Então você quer dizer que nunca se deve infringir nenhuma lei, não importa o quanto seja injusta?”.
A IMU é a terceira maior denominação protestante dos Estados Unidos e possui 45 mil pastores, sendo que 1.100 fazem parte de um grupo chamado New Directions, que entre outras coisas, defende o casamento gay. Desde 1972 a IMU conta em seu livro de regras com uma proibição ao casamento homossexual, por considerá-lo “incompatível com a doutrina cristã”. Porém, a denominação classifica homossexuais como “pessoas de valor sagrado”, e por isso os aceita em sua membresia.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

PSC tenta barrar resolução que obriga casamento gay

A resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que obriga a todos os cartórios do Brasil a realizarem o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo tornou-se alvo de uma ação do Partido Social Cristão (PSC).
O PSC, partido do pastor Marco Feliciano, entende que o CNJ extrapolou sua área de atuação, e entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a resolução do CNJ. A ação do PSC será analisada pelo ministro Luiz Fux.
“O CNJ não tem legitimidade para normatizar o tratamento legal das uniões estáveis constituídas por pessoas de mesmo sexo, sem a existência de legislação”, pontua a petição de mandado de segurança impetrada pelo PSC.
O presidente do CNJ é o ministro Joaquim Barbosa, que também preside o STF, e assinou a resolução que obriga todos os cartórios do país a realizarem o casamento gay. Segundo o PSC, houve “abuso de poder”, pois a criação de leis é prerrogativa do Poder Legislativo.
Entretanto, Barbosa alegou que a resolução do CNJ apenas tornava efetiva a decisão do próprio STF em 2011, que regulamentou a união estável entre casais homossexuais. Segundo Barbosa, o CNJ agora estava “removendo obstáculos administrativos de uma decisão do Supremo que é vinculante”, ou seja, válida para as demais esferas do Judiciário.
O ministro, muito elogiado pela sociedade por sua atuação no processo do mensalão, afirmou que não há necessidade de que o Congresso aprove uma lei específica sobre o casamento gay, pois o STF já definiu essa questão quando julgou o tema em 2011: “Vamos exigir aprovação de nova lei pelo Congresso Nacional para dar eficácia à decisão que se tomou no Supremo? É um contrassenso”, disse.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Novela da globo tem casal homossexual,vilão gay e puta crente

Amor à Vida, a nova novela das 21h00 exibida pela Globo estreou ontem, trazendo em sua história temas presentes em discussões recentes na sociedade brasileira, e personagens que devem mexer com o ânimo dos evangélicos.
Escrita por Walcyr Carrasco, Amor à Vida terá entre seus principais personagens uma “periguete” que vive buscando um homem rico para casar, mas que ao longo da trama, se converterá ao Evangelho e se tornará cantora gospel, segundo informações do jornal Extra.
Interpretada por Tatá Werneck, comediante, a personagem deverá ser o alívio cômico da trama. Walcyr Carrasco afirma não ter medo de polêmicas que a história inusitada possa levantar: “Não estou preocupado. Autor tem que ter coragem. Se não tiver, não pode ser autor”, diz.
Em outras entrevistas, Carrasco afirmou que falará sobre a fé evangélica com amor, e garante que a personagem não será caricata. O autor tem familiares evangélicos de uma igreja presbiteriana e diz ter aprendido a entender o segmento.
Outras polêmicas na novela podem surgir dos núcleos que mostrarão um casal de gays e um vilão, que será um gay enrustido, mesmo sendo casado com uma mulher.
A novela estreou ontem, 20 de maio, com média de 35 pontos de audiência no Ibope, números considerados ruins pelo histórico da emissora. De acordo com Lauro Jardim, a novela teve a segunda pior estreia para o horário, tendo mais audiência apenas que a estreia da novela A Favorita.
Jardim diz ainda que a emissora não tem preocupação com o resultado da estreia, e está de olho nos números dos próximos capítulos, que indicarão se a novela terá desempenho semelhante ao de Avenida Brasil.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Juiz pede demissão para não ser obrigado a celebrar casamento gay

Um juiz de paz da cidade de Redenção, no Pará, pediu demissão do cartório onde trabalhava como voluntário para não ser obrigado a celebrar um casamento homossexual.
A opção por se afastar das funções se deu, legalmente, por questões pessoais. Entretanto, o juiz de paz José Gregório Bento, 75 anos, afirmou que “o casamento homoafetivo fere os princípios celestiais”, e que por isso preferia deixar de atuar no cartório.
Bento é pastor de uma congregação da Assembleia de Deus há mais de quarenta anos, e era voluntário do cartório há sete anos, de acordo com o G1. Para ele, a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de obrigar todos os cartórios a realizarem o casamento civil de pessoas do mesmo sexo é inadequada: “Acho essa decisão horrível. Ela rompe com a constituição dos homens, mas não vai conseguir atingir a constituição celestial”, afirmou.
Após resolução do CNJ, juiz pede demissão de cartório para não ser obrigado a celebrar casamento gaySegundo o pastor e ex-juiz, “Deus não admite isso [casamento gay]. Ele acabou com Sodoma por causa desse tipo de comportamento”, afirmou.
“Não há lei dos homens que me obrigue a fazer aquilo que contrarie os meus princípios. Existe ai uma provocação para um grande tumulto no nosso país. Deus fez o homem e a mulher para a procriação, para reproduzir. Não sei onde vai chegar isso”, disse, demonstrando preocupação com o tema.
Entretanto, o tabelião do cartório, Isaulino Pereira dos Santos Júnior, pediu ao juiz que permanecesse atuando em sua função: “Ele me pediu para eu ficar e disse que caso alguém solicitasse o pedido de casamento homoafetivo, outro juiz de paz seria chamado para realizá-lo. Mas aqui, graças a Deus, ainda não chegou ninguém pedindo o casamento homoafetivo”, disse.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Globo estaria usando audiência de Amor a Vida para alavancar os gays

Depois da polêmica entre o público evangélico envolvendo sua última novela, “Salve Jorge”, a Rede Globo novamente se tornou alvo de críticas por parte desse público por causa de uma de suas produções de teledramaturgia.
As críticas pairam sobre a novela “Amor à Vida”, que substituiu “Salve Jorge” no horário das 21h00, e estreou nessa segunda feira com 35 pontos de audiência na Grande São Paulo.
A personagem Valdirene, vivida pela atriz Tatá Werneck,que irá se converter ao Evangelho ao longo da trama tem sido apontada por evangélicos como uma forma que a emissora encontrou para usar a audiência cristã para alavancara a causa gay, visto que a novela terá também um casal de gays e um vilão, que será um gay enrustido, mesmo sendo casado com uma mulher.
- Sabendo que fisgará a audiência da ‘crentaiada’ noveleira, todos querendo ver a conversão da piriguete, [A Globo] aproveitará para fazer apologia à causa gay: bissexualismo, adoção de crianças por ‘casais’ gay e ‘casamento’ gay. Tudo num pacote só. – criticou o blogueiro Paulo Teixeira, que disse ainda que “o objetivo de se ter uma personagem evangélica na novela é para ganhar a audiência dos evangélicos, fazendo com que a comunidade cristã alavanque imperceptivelmente a causa gay”.
Teixeira afirma que a conversão da personagem mostra que a emissora atendeu ao pedido de um grupo de evangélicos que tiveram um encontro com seus executivos. Tais pedidos incluiriam também, segundo ele, a cobertura pela emissora das Marchas para Jesus.
Pro Dan Martins, para o Gospel+

Parada Gay 2013 em SP receberá mais dinheiro da prefeitura.

A Parada Gay em São Paulo contará em 2013, com um investimento da prefeitura da cidade de R$ 1,6 milhão, o dobro do valor investido em 2012.
A informação foi divulgada pela organização da Parada Gay durante a entrevista coletiva de lançamento do evento, com anuência da Coordenadoria de Assuntos da Diversidade Sexual do município (CADS).
De acordo com Julian Rodrigues, diretor da CADS, o aumento do aporte faz parte das diretrizes da nova administração municipal: “Apoiar a Parada é uma prioridade do prefeito [Fernando] Haddad. Vamos apoiar também a partir deste ano a Caminhada Lésbica e o show de encerramento”, afirmou Rodrigues.
No meio evangélico, Fernando Haddad (PT), é conhecido como o ministro da Educação que liberou a distribuição do kit-gay nas escolas públicas do Brasil. Em 2012, o pastor Silas Malafaia fez intensa campanha contra Haddad, pedindo que os eleitores evangélicos votassem em José Serra (PSDB).
Além da verba de R$ 1,6 milhão da prefeitura, a Parada Gay contará ainda com outros R$ 280 mil cedidos pelos patrocinadores, que são a Caixa Econômica Federal, a Petrobras e o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, segundo informações do site Mix Brasil.
Para a segurança do evento, serão deslocados 1.200 policiais militares, além dos homens da Guarda Civil Metropolitana e do Corpo de Bombeiros.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Vídeo editado por ativistas gays insinua que Pastor Silas Malafaia convocou fiéis a agredirem homossexuais


Um vídeo que circula na internet mostra o Pastor Silas Malafaia criticando os homossexuais em seu programa, Vitória em Cristo. O vídeo, editado mostra também cenas de agressões a homossexuais e uma legenda que orienta os internautas a solicitarem que a Band retire o programa do Pastor do ar.
Procurado pela reportagem do Gospel+, o Pastor Silas Malafaia respondeu afirmando que “mais uma vez o movimento gay se utiliza do que há mais baixo, ridículo e mentiroso para tentar me incriminar: a manipulação de vídeos de meus programas, tirando uma palavra de um contexto geral”.
O vídeo original do Programa Vitória em Cristo possui 10:46 minutos, enquanto que o vídeo editado possui 0:41 segundos. “Desta vez, manipularam um vídeo para tentarem insinuar que eu mandei bater nos homossexuais, sendo que o contexto correto da minha palavra era para a Igreja Católica não se calar diante da baixaria que fizeram na Parada Gay em São Paulo, ao ridicularizarem os católicos; e que a imprensa ficou quieta”, afirmou Malafaia.
O Pastor Silas Malafaia afirmou ainda que os líderes do movimento gay são “maquiavélicos” e que editaram o vídeo para que ele parecesse incentivar a violência, o que ele nega: “por que não colocaram o meu pronunciamento feito no programa Vitória em Cristo na íntegra? Pelo simples fato de eu combater a violência contra os gays neste mesmo vídeo, do qual eles distorceram as minhas palavras”.
Malafaia ressaltou que combate a prática homossexual e que na verdade, quem está incentivando a violência são os próprios gays. “Os verdadeiros incentivadores de ódio e intolerância são os próprios gays, assim como estão fazendo em relação à minha pessoa, pelo simples fato de eu ser um combatedor de suas práticas”.
Leia na íntegra o relato do Pastor Silas Malfaia ao Gospel+:
Mais uma vez o movimento gay se utiliza do que há mais baixo, ridículo e mentiroso para tentar me incriminar: a manipulação de vídeos de meus programas, tirando uma palavra de um contexto geral.
Desta vez, manipularam um vídeo para tentarem insinuar que eu mandei bater nos homossexuais, sendo que o contexto correto da minha palavra era para a Igreja Católica não se calar diante da baixaria que fizeram na Parada Gay em São Paulo, ao ridicularizarem os católicos; e que a imprensa ficou quieta.
Por que não colocaram o meu pronunciamento feito no programa Vitória em Cristo na íntegra? Pelo simples fato de eu combater a violência contra os gays neste mesmo vídeo, do qual eles distorceram as minhas palavras.
São tão maquiavélicos e sem caráter que, na edição desse vídeo mentiroso, acrescentaram imagens de gays que sofreram agressões físicas, tentando insinuar que a violência é fruto do meu pronunciamento no programa.
Assista ao vídeo todo para você entender o real sentido das minhas palavras. Como lhe é peculiar, o movimento dos homossexuais só se utiliza de mentiras, calúnias e difamações para tentarem conseguir alguma coisa.
Tudo deles é manipulado: quantidade de gays no Brasil, número de participantes nas Paradas Gays, pesquisas encomendadas para beneficiá-los.
Os verdadeiros incentivadores de ódio e intolerância são os próprios gays, assim como estão fazendo em relação à minha pessoa, pelo simples fato de eu ser um combatedor de suas práticas.
Assista aos vídeos:
Vídeo editado:
Vídeo original:
Fonte: Gospel+

Pastor se reúne em bar com gays para aumentar o diálogo entre igreja e homossexuais


Com o objetivo de aumentar o diálogo entre Cristãos e homossexuais o pastor norte-americano, Andrew Marin, passou os últimos 10 anos se reunindo com os frequentadores de um bar gay em Chicago.



Andrew trabalha para tentar fazer com que Cristãos e gays se reúnam para ter uma conversa franca sobre sexualidade e espiritualidade. Isso inclui a realização de reuniões quatro vezes por anos em Roscoe, um dos bares gays mais famosos dos Estados Unidos. O bar fica em Boystown, bairro de Chicago conhecido como reduto de gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT), de acordo com informações da BBC.

Tentando diminuir a desconfiança mútua entre Cristãos e homossexuais, Andrew Marin está levando seu ministério por todo o mundo e tem trabalhado com diferentes igrejas e países.

O pastor Marin já se tornou uma figura conhecida e já elaborou um curso voltado para igrejas que desejam abordar questões de sexualidade. Ele acredita que muitos Cristãos não entendem a complexidade dos versículos da Bíblia que mencionam a homossexualidade, mas reconhece que os gays muitas vezes são rápidos ao tentar desvalorizar o Cristianismo.

Marin conta que foi despertado para a questão quando ouviu de três de seus mais próximos amigos que eram homossexuais. Criado em uma família cristã conservadora, ele sentiu extrema dificuldade em lidar com o fato.

Depois de romper ligações com seus amigos, ele disse que Deus estava pedindo para voltar a ter contato com seus amigos e pedir perdão a eles.

Passou a morar com os amigos em Boystown e contou à BBC como foi criado seu atual ministério. “Nos três primeiros anos, eu era literalmente o único homem hétero da redondeza. As pessoas começaram a falar comigo sobre Deus, a igreja e a Bíblia. As pessoas faziam muitas perguntas sobre isso para mim”.

 BBC|Pátio Gospel Noticias